Almeida Revista e Atualizada (1993) (ARA)
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Proteção contra os ímpios

Ao mestre de canto, para flautas. Salmo de Davi

51Dá ouvidos, Senhor, às minhas palavras

e acode ao meu gemido.

2Escuta, Rei meu e Deus meu,

a minha voz que clama,

pois a ti é que imploro.

3De manhã, Senhor, ouves a minha voz;

de manhã te apresento a minha oração e fico esperando.

4Pois tu não és Deus que se agrade com a iniquidade,

e contigo não subsiste o mal.

5Os arrogantes não permanecerão à tua vista;

aborreces a todos os que praticam a iniquidade.

6Tu destróis os que proferem mentira;

o Senhor abomina ao sanguinário e ao fraudulento;

7porém eu, pela riqueza da tua misericórdia,

entrarei na tua casa

e me prostrarei diante do teu santo templo,

no teu temor.

8Senhor, guia-me na tua justiça,

por causa dos meus adversários;

endireita diante de mim o teu caminho;

9pois não têm eles sinceridade nos seus lábios;

o seu íntimo é todo crimes;

a sua garganta

5.9
Rm 3.13
é sepulcro aberto,

e com a língua lisonjeiam.

10Declara-os culpados, ó Deus;

caiam por seus próprios planos.

Rejeita-os por causa de suas muitas transgressões,

pois se rebelaram contra ti.

11Mas regozijem-se todos os que confiam em ti;

folguem de júbilo para sempre,

porque tu os defendes;

e em ti se gloriem os que amam o teu nome.

12Pois tu, Senhor, abençoas o justo

e, como escudo, o cercas da tua benevolência.