Almeida Revista e Atualizada (1993) (ARA)
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Saudades da pátria

1371Às margens dos rios da Babilônia, nós nos assentávamos e chorávamos,

lembrando-nos de Sião.

2Nos salgueiros que lá havia,

pendurávamos as nossas harpas,

3pois aqueles que nos levaram cativos nos pediam canções,

e os nossos opressores, que fôssemos alegres, dizendo:

Entoai-nos algum dos cânticos de Sião.

4Como, porém, haveríamos de entoar o canto do Senhor

em terra estranha?

5Se eu de ti me esquecer, ó Jerusalém,

que se resseque a minha mão direita.

6Apegue-se-me a língua ao paladar,

se me não lembrar de ti,

se não preferir eu Jerusalém

à minha maior alegria.

7Contra os filhos de Edom, lembra-te, Senhor,

do dia de Jerusalém,

pois diziam: Arrasai, arrasai-a,

até aos fundamentos.

8Filha da Babilônia,

137.8
Ap 18.6
que hás de ser destruída,

feliz aquele que te der o pago

do mal que nos fizeste.

9Feliz aquele que pegar teus filhos

e esmagá-los contra a pedra.