Almeida Revista e Atualizada (1993) (ARA)
14

Sedição do povo

141Levantou-se, pois, toda a congregação e gritou em voz alta; e o povo chorou aquela noite. 2Todos os filhos de Israel murmuraram contra Moisés e contra Arão; e toda a congregação lhes disse: Tomara tivéssemos morrido na terra do Egito ou mesmo neste deserto! 3E por que nos traz o Senhor a esta terra, para cairmos à espada e para que nossas mulheres e nossas crianças sejam por presa? Não nos seria melhor voltarmos para o Egito? 4E diziam uns aos outros: Levantemos um capitão e voltemos para o Egito.

5Então, Moisés e Arão caíram sobre o seu rosto perante a congregação dos filhos de Israel. 6E Josué, filho de Num, e Calebe, filho de Jefoné, dentre os que espiaram a terra, rasgaram as suas vestes 7e falaram a toda a congregação dos filhos de Israel, dizendo: A terra pelo meio da qual passamos a espiar é terra muitíssimo boa. 8Se o Senhor se agradar de nós, então, nos fará entrar nessa terra e no-la dará, terra que mana leite e mel. 9Tão somente não sejais rebeldes contra o Senhor e não temais o povo dessa terra, porquanto, como pão, os podemos devorar; retirou-se deles o seu amparo; o Senhor é conosco; não os temais.

10Apesar disso, toda a congregação disse que os apedrejassem; porém a glória do Senhor apareceu na tenda da congregação a todos os filhos de Israel. 11Disse o Senhor a Moisés: Até quando me provocará este povo e até quando não crerá em mim, a despeito de todos os sinais que fiz no meio dele? 12Com pestilência o ferirei e o deserdarei; e farei de ti povo maior e mais forte do que este.

Moisés intercede pelo povo

13Respondeu Moisés ao Senhor: Os egípcios não somente ouviram que, com a tua força, fizeste subir este povo do meio deles, 14mas também o disseram aos moradores desta terra; ouviram que tu, ó Senhor, estás no meio deste povo, que face a face, ó Senhor, lhes apareces, tua nuvem está sobre eles, e vais adiante deles numa coluna de nuvem, de dia, e, numa coluna de fogo, de noite. 15Se matares este povo como a um só homem, as gentes, pois, que, antes, ouviram a tua fama, dirão: 16Não podendo o Senhor fazer entrar este povo na terra que lhe prometeu com juramento, os matou no deserto. 17Agora, pois, rogo-te que a força do meu Senhor se engrandeça, como tens falado, dizendo: 18O Senhor é longânimo

14.18
Êx 20.5-6
34.6-7
Dt 5.9-10
7.9
e grande em misericórdia, que perdoa a iniquidade e a transgressão, ainda que não inocenta o culpado, e visita a iniquidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta gerações. 19Perdoa, pois, a iniquidade deste povo, segundo a grandeza da tua misericórdia e como também tens perdoado a este povo desde a terra do Egito até aqui.

O castigo dado por Deus

Dt 1.34-40

20Tornou-lhe o Senhor: Segundo a tua palavra, eu lhe perdoei. 21Porém, tão certo como eu vivo, e como toda a terra se encherá da glória do Senhor, 22nenhum dos homens que, tendo visto a minha glória e os prodígios que fiz no Egito e no deserto, todavia, me puseram à prova já dez vezes e não obedeceram à minha voz, 23nenhum deles verá a terra que, com juramento, prometi a seus pais, sim, nenhum daqueles que me desprezaram a verá. 24Porém o meu servo Calebe, visto que nele houve outro espírito, e perseverou em seguir-me, eu o farei entrar a terra que espiou, e a sua descendência a possuirá.

14.24
Js 14.9-12
25Ora, os amalequitas e os cananeus habitam no vale; mudai, amanhã, de rumo e caminhai para o deserto, pelo caminho do mar Vermelho.

26Depois, disse o Senhor a Moisés e a Arão: 27Até quando sofrerei esta má congregação que murmura contra mim? Tenho ouvido as murmurações que os filhos de Israel proferem contra mim. 28Dize-lhes: Por minha vida, diz o Senhor, que, como falastes aos meus ouvidos, assim farei a vós outros. 29Neste deserto, cairá o vosso cadáver, como também todos os que de vós foram contados segundo o censo, de vinte anos para cima, os que dentre vós contra mim murmurastes; 30não entrareis na terra a respeito da qual jurei que vos faria habitar nela, salvo Calebe, filho de Jefoné, e Josué, filho de Num. 31Mas os vossos filhos, de que dizeis: Por presa serão, farei entrar nela; e eles conhecerão a terra que vós desprezastes. 32Porém, quanto a vós outros, o vosso cadáver cairá neste deserto. 33Vossos filhos serão pastores neste deserto quarenta anos

14.33
At 7.36
e levarão sobre si as vossas infidelidades, até que o vosso cadáver se consuma neste deserto. 34Segundo o número dos dias em que espiastes a terra, quarenta dias, cada dia representando um ano, levareis sobre vós as vossas iniquidades quarenta anos e tereis experiência do meu desagrado. 35Eu, o Senhor, falei; assim farei a toda esta má congregação, que se levantou contra mim; neste deserto, se consumirão e aí falecerão.
14.1-35
Hb 3.16-19
36Os homens que Moisés mandara a espiar a terra e que, voltando, fizeram murmurar toda a congregação contra ele, infamando a terra, 37esses mesmos homens que infamaram a terra morreram de praga perante o Senhor. 38Mas Josué, filho de Num, e Calebe, filho de Jefoné, que eram dos homens que foram espiar a terra, sobreviveram.

O povo derrotado em Horma

Dt 1.41-46

39Falou Moisés estas palavras a todos os filhos de Israel, e o povo se contristou muito. 40Levantaram-se pela manhã de madrugada e subiram ao cimo do monte, dizendo: Eis-nos aqui e subiremos ao lugar que o Senhor tem prometido, porquanto havemos pecado. 41Porém Moisés respondeu: Por que transgredis o mandado do Senhor? Pois isso não prosperará. 42Não subais, pois o Senhor não estará no meio de vós, para que não sejais feridos diante dos vossos inimigos. 43Porque os amalequitas e os cananeus ali estão diante de vós, e caireis à espada; pois, uma vez que vos desviastes do Senhor, o Senhor não será convosco. 44Contudo, temerariamente, tentaram subir ao cimo do monte, mas a arca da Aliança do Senhor e Moisés não se apartaram do meio do arraial. 45Então, desceram os amalequitas e os cananeus que habitavam na montanha e os feriram, derrotando-os até Horma.

15

Leis a respeito de ofertas

151Disse o Senhor a Moisés: 2Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando entrardes na terra das vossas habitações, que eu vos hei de dar, 3e ao Senhor fizerdes oferta queimada, holocausto ou sacrifício, em cumprimento de um voto ou em oferta voluntária, ou, nas vossas festas fixas, apresentardes ao Senhor aroma agradável com o sacrifício de gado e ovelhas, 4então, aquele que apresentar a sua oferta ao Senhor, por oferta de manjares, trará a décima parte de um efa de flor de farinha, misturada com a quarta parte de um him de azeite. 5E de vinho para libação prepararás a quarta parte de um him para cada cordeiro, além do holocausto ou do sacrifício. 6Para cada carneiro prepararás uma oferta de manjares de duas décimas de um efa de flor de farinha, misturada com a terça parte de um him de azeite; 7e de vinho para a libação oferecerás a terça parte de um him ao Senhor, em aroma agradável. 8Quando preparares novilho para holocausto ou sacrifício, em cumprimento de um voto ou um sacrifício pacífico ao Senhor, 9com o novilho, trarás uma oferta de manjares de três décimas de um efa de flor de farinha, misturada com a metade de um him de azeite, 10e de vinho para a libação trarás a metade de um him, oferta queimada de aroma agradável ao Senhor. 11Assim se fará com todos os novilhos, carneiros, cordeiros e bodes. 12Segundo o número que oferecerdes, assim o fareis para cada um. 13Todos os naturais assim farão estas coisas, trazendo oferta queimada de aroma agradável ao Senhor. 14Se também morar convosco algum estrangeiro ou quem quer que estiver entre vós durante as vossas gerações, e trouxer uma oferta queimada de aroma agradável ao Senhor, como vós fizerdes, assim fará ele. 15Quanto à congregação, haja apenas um estatuto, tanto para vós outros como para o estrangeiro que morar entre vós, por estatuto perpétuo nas vossas gerações; como vós sois, assim será o estrangeiro perante o Senhor. 16A mesma lei e o mesmo rito

15.16
Lv 24.22
haverá para vós outros e para o estrangeiro que mora convosco.

17Disse mais o Senhor a Moisés: 18Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando chegardes à terra em que vos farei entrar, 19ao comerdes do pão da terra, apresentareis oferta ao Senhor. 20Das primícias da vossa farinha grossa apresentareis um bolo como oferta; como oferta da eira, assim o apresentareis. 21Das primícias da vossa farinha grossa apresentareis ao Senhor oferta nas vossas gerações.

Os sacrifícios pelos pecados por ignorância

Lv 4.13-21

22Quando errardes e não cumprirdes todos estes mandamentos que o Senhor falou a Moisés, 23sim, tudo quanto o Senhor vos tem mandado por Moisés, desde o dia em que o Senhor ordenou e daí em diante, nas vossas gerações, 24será que, quando se fizer alguma coisa por ignorância e for encoberta aos olhos da congregação, toda a congregação oferecerá um novilho, para holocausto de aroma agradável ao Senhor, com a sua oferta de manjares e libação, segundo o rito, e um bode, para oferta pelo pecado. 25O sacerdote fará expiação por toda a congregação dos filhos de Israel, e lhes será perdoado, porquanto foi erro, e trouxeram a sua oferta, oferta queimada ao Senhor, e a sua oferta pelo pecado perante o Senhor, por causa do seu erro. 26Será, pois, perdoado a toda a congregação dos filhos de Israel e mais ao estrangeiro que habita no meio deles, pois no erro foi envolvido todo o povo.

27Se alguma pessoa pecar por ignorância, apresentará uma cabra de um ano como oferta pelo pecado. 28O sacerdote fará expiação pela pessoa que errou, quando pecar por ignorância perante o Senhor, fazendo expiação por ela, e lhe será perdoado.

15.27-28
Lv 4.27-31
29Para o natural dos filhos de Israel e para o estrangeiro que no meio deles habita, tereis a mesma lei para aquele que isso fizer por ignorância. 30Mas a pessoa que fizer alguma coisa atrevidamente, quer seja dos naturais quer dos estrangeiros, injuria ao Senhor; tal pessoa será eliminada do meio do seu povo, 31pois desprezou a palavra do Senhor e violou o seu mandamento; será eliminada essa pessoa, e a sua iniquidade será sobre ela.

Castigo pela violação do sábado

32Estando, pois, os filhos de Israel no deserto, acharam um homem apanhando lenha no dia de sábado. 33Os que o acharam apanhando lenha o trouxeram a Moisés, e a Arão, e a toda a congregação. 34Meteram-no em guarda, porquanto ainda não estava declarado o que se lhe devia fazer. 35Então, disse o Senhor a Moisés: Tal homem será morto; toda a congregação o apedrejará fora do arraial. 36Levou-o, pois, toda a congregação para fora do arraial, e o apedrejaram; e ele morreu, como o Senhor ordenara a Moisés.

A lei acerca das borlas das vestes

Dt 22.12

37Disse o Senhor a Moisés: 38Fala aos filhos de Israel e dize-lhes que nos cantos das suas vestes façam borlas pelas suas gerações; e as borlas em cada canto, presas por um cordão azul. 39E as borlas estarão ali para que, vendo-as, vos lembreis de todos os mandamentos do Senhor e os cumprais; não seguireis os desejos do vosso coração, nem os dos vossos olhos, após os quais andais adulterando, 40para que vos lembreis de todos os meus mandamentos, e os cumprais, e santos sereis a vosso Deus. 41Eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito, para vos ser por Deus. Eu sou o Senhor, vosso Deus.

16

A rebelião de Corá, Datã e Abirão

161Corá, filho de Isar, filho de Coate, filho de Levi, tomou consigo a Datã e a Abirão, filhos de Eliabe, e a Om, filho de Pelete, filhos de Rúben. 2Levantaram-se perante Moisés com duzentos e cinquenta homens dos filhos de Israel, príncipes da congregação, eleitos por ela, varões de renome, 3e se ajuntaram contra Moisés e contra Arão e lhes disseram: Basta! Pois que toda a congregação é santa, cada um deles é santo, e o Senhor está no meio deles; por que, pois, vos exaltais sobre a congregação do Senhor?

4Tendo ouvido isto, Moisés caiu sobre o seu rosto. 5E falou a Corá e a todo o seu grupo, dizendo: Amanhã pela manhã, o Senhor fará saber quem é dele e quem é o santo que ele fará chegar a si; aquele a quem escolher fará chegar a si. 6Fazei isto: tomai vós incensários, Corá e todo o seu grupo; 7e, pondo fogo neles amanhã, sobre eles deitai incenso perante o Senhor; e será que o homem a quem o Senhor escolher, este será o santo; basta-vos, filhos de Levi. 8Disse mais Moisés a Corá: Ouvi agora, filhos de Levi: 9acaso, é para vós outros coisa de somenos que o Deus de Israel vos separou da congregação de Israel, para vos fazer chegar a si, a fim de cumprirdes o serviço do tabernáculo do Senhor e estardes perante a congregação para ministrar-lhe; 10e te fez chegar, Corá, e todos os teus irmãos, os filhos de Levi, contigo? Ainda também procurais o sacerdócio? 11Pelo que tu e todo o teu grupo juntos estais contra o Senhor; e Arão, que é ele para que murmureis contra ele? 12Mandou Moisés chamar a Datã e a Abirão, filhos de Eliabe; porém eles disseram: Não subiremos; 13porventura, é coisa de somenos que nos fizeste subir de uma terra que mana leite e mel, para fazer-nos morrer neste deserto, senão que também queres fazer-te príncipe sobre nós? 14Nem tampouco nos trouxeste a uma terra que mana leite e mel, nem nos deste campos e vinhas em herança; pensas que lançarás pó aos olhos destes homens? Pois não subiremos.

15Então, Moisés irou-se muito e disse ao Senhor: Não atentes para a sua oferta; nem um só jumento levei deles e a nenhum deles fiz mal. 16Disse mais Moisés a Corá: Tu e todo o teu grupo, ponde-vos perante o Senhor, tu, e eles, e Arão, amanhã. 17Tomai cada um o seu incensário e neles ponde incenso; trazei-o, cada um o seu, perante o Senhor, duzentos e cinquenta incensários; também tu e Arão, cada qual o seu. 18Tomaram, pois, cada qual o seu incensário, neles puseram fogo, sobre eles deitaram incenso e se puseram perante a porta da tenda da congregação com Moisés e Arão. 19Corá fez ajuntar contra eles todo o povo à porta da tenda da congregação; então, a glória do Senhor apareceu a toda a congregação.

Os rebeldes castigados

20Disse o Senhor a Moisés e a Arão: 21Apartai-vos do meio desta congregação, e os consumirei num momento. 22Mas eles se prostraram sobre o seu rosto e disseram: Ó Deus, Autor e Conservador de toda a vida, acaso, por pecar um só homem, indignar-te-ás contra toda esta congregação? 23Respondeu o Senhor a Moisés: 24Fala a toda esta congregação, dizendo: Levantai-vos do redor da habitação de Corá, Datã e Abirão. 25Então, se levantou Moisés e foi a Datã e a Abirão; e após ele foram os anciãos de Israel. 26E disse à congregação: Desviai-vos, peço-vos, das tendas destes homens perversos e não toqueis nada do que é seu, para que não sejais arrebatados em todos os seus pecados. 27Levantaram-se, pois, do redor da habitação de Corá, Datã e Abirão; e Datã e Abirão saíram e se puseram à porta da sua tenda, juntamente com suas mulheres, seus filhos e suas crianças. 28Então, disse Moisés: Nisto conhecereis que o Senhor me enviou a realizar todas estas obras, que não procedem de mim mesmo: 29se morrerem estes como todos os homens morrem e se forem visitados por qualquer castigo como se dá com todos os homens, então, não sou enviado do Senhor. 30Mas, se o Senhor criar alguma coisa inaudita, e a terra abrir a sua boca e os tragar com tudo o que é seu, e vivos descerem ao abismo, então, conhecereis que estes homens desprezaram o Senhor.

31E aconteceu que, acabando ele de falar todas estas palavras, a terra debaixo deles se fendeu, 32abriu a sua boca e os tragou com as suas casas, como também todos os homens que pertenciam a Corá e todos os seus bens. 33Eles e todos os que lhes pertenciam desceram vivos ao abismo; a terra os cobriu, e pereceram do meio da congregação. 34Todo o Israel que estava ao redor deles fugiu do seu grito, porque diziam: Não suceda que a terra nos trague a nós também. 35Procedente do Senhor saiu fogo e consumiu os duzentos e cinquenta homens que ofereciam o incenso.

36Disse o Senhor a Moisés: 37Dize a Eleazar, filho de Arão, o sacerdote, que tome os incensários do meio do incêndio e espalhe o fogo longe, porque santos são; 38quanto aos incensários daqueles que pecaram contra a sua própria vida, deles se façam lâminas para cobertura do altar; porquanto os trouxeram perante o Senhor; pelo que santos são e serão por sinal aos filhos de Israel. 39Eleazar, o sacerdote, tomou os incensários de metal, que tinham trazido aqueles que foram queimados, e os converteram em lâminas para cobertura do altar, 40por memorial para os filhos de Israel, para que nenhum estranho, que não for da descendência de Arão, se chegue para acender incenso perante o Senhor; para que não seja como Corá e o seu grupo, como o Senhor lhe tinha dito por Moisés.

Novo tumulto e seu castigo

41Mas, no dia seguinte, toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e contra Arão, dizendo: Vós matastes o povo do Senhor. 42Ajuntando-se o povo contra Moisés e Arão e virando-se para a tenda da congregação, eis que a nuvem a cobriu, e a glória do Senhor apareceu. 43Vieram, pois, Moisés e Arão perante a tenda da congregação. 44Então, falou o Senhor a Moisés, dizendo: 45Levantai-vos do meio desta congregação, e a consumirei num momento; então, se prostraram sobre o seu rosto. 46Disse Moisés a Arão: Toma o teu incensário, põe nele fogo do altar, deita incenso sobre ele, vai depressa à congregação e faze expiação por eles; porque grande indignação saiu de diante do Senhor; já começou a praga. 47Tomou-o Arão, como Moisés lhe falara, correu ao meio da congregação (eis que já a praga havia começado entre o povo), deitou incenso nele e fez expiação pelo povo. 48Pôs-se em pé entre os mortos e os vivos; e cessou a praga. 49Ora, os que morreram daquela praga foram catorze mil e setecentos, fora os que morreram por causa de Corá. 50Voltou Arão a Moisés, à porta da tenda da congregação; e cessou a praga.