Almeida Revista e Atualizada (1993) (ARA)
12

Jesus é senhor do sábado

Mc 2.23-28; Lc 6.1-5

121Por aquele tempo, em dia de sábado, passou Jesus pelas searas. Ora, estando os seus discípulos com fome, entraram a colher espigas

12.1
Dt 23.25
e a comer. 2Os fariseus, porém, vendo isso, disseram-lhe: Eis que os teus discípulos fazem o que não é lícito fazer em dia de sábado. 3Mas Jesus lhes disse: Não lestes o que fez Davi
12.3
1Sm 21.1-6
quando ele e seus companheiros tiveram fome? 4Como entrou na Casa de Deus, e comeram os pães da proposição, os quais não lhes era lícito
12.4
Lv 24.9
comer, nem a ele nem aos que com ele estavam, mas exclusivamente aos sacerdotes? 5Ou não lestes na Lei que, aos sábados, os sacerdotes no templo violam o sábado
12.5
Nm 28.9-10
e ficam sem culpa? Pois eu vos digo: 6aqui está quem é maior que o templo. 7Mas, se vós soubésseis
12.7
Mt 9.13
o que significa:

Misericórdia quero e não holocaustos,

12.7
Os 6.6

não teríeis condenado inocentes. 8Porque o Filho do Homem é senhor do sábado.

O homem da mão ressequida

Mc 3.1-6; Lc 6.6-11

9Tendo Jesus partido dali, entrou na sinagoga deles. 10Achava-se ali um homem que tinha uma das mãos ressequida; e eles, então, com o intuito de acusá-lo, perguntaram a Jesus: É lícito curar no sábado? 11Ao que lhes respondeu: Qual dentre vós será o homem

12.11
Lc 14.5
que, tendo uma ovelha, e, num sábado, esta cair numa cova, não fará todo o esforço, tirando-a dali? 12Ora, quanto mais vale um homem que uma ovelha? Logo, é lícito, nos sábados, fazer o bem. 13Então, disse ao homem: Estende a mão. Estendeu-a, e ela ficou sã como a outra. 14Retirando-se, porém, os fariseus, conspiravam contra ele, sobre como lhe tirariam a vida.

Jesus se retira

15Mas Jesus, sabendo disto, afastou-se dali. Muitos o seguiram, e a todos ele curou, 16advertindo-lhes, porém, que o não expusessem à publicidade, 17para se cumprir o que foi dito por intermédio do profeta Isaías:

18Eis aqui o meu servo, que escolhi, o meu amado, em quem a minha alma se compraz. Farei repousar sobre ele o meu Espírito, e ele anunciará juízo aos gentios.

19Não contenderá, nem gritará, nem alguém ouvirá nas praças a sua voz.

20Não esmagará a cana quebrada, nem apagará a torcida que fumega, até que faça vencedor o juízo.

21E, no seu nome, esperarão os gentios.

12.18-21
Is 42.1-4

A cura de um endemoninhado cego e mudo. A blasfêmia dos fariseus. Jesus se defende

Mc 3.22-30; Lc 11.14-23

22Então, lhe trouxeram um endemoninhado, cego e mudo; e ele o curou, passando o mudo a falar e a ver. 23E toda a multidão se admirava e dizia: É este, porventura, o Filho de Davi? 24Mas os fariseus, ouvindo isto, murmuravam: Este não expele demônios senão pelo poder de Belzebu, maioral dos demônios.

12.22-24
Mt 9.34
10.25
25Jesus, porém, conhecendo-lhes os pensamentos, disse: Todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá. 26Se Satanás expele a Satanás, dividido está contra si mesmo; como, pois, subsistirá o seu reino? 27E, se eu expulso demônios por Belzebu, por quem os expulsam vossos filhos? Por isso, eles mesmos serão os vossos juízes. 28Se, porém, eu expulso demônios pelo Espírito de Deus, certamente é chegado o reino de Deus sobre vós. 29Ou como pode alguém entrar na casa do valente e roubar-lhe os bens sem primeiro amarrá-lo? E, então, lhe saqueará a casa. 30Quem não é por mim
12.30
Mc 9.40
é contra mim; e quem comigo não ajunta espalha. 31Por isso, vos declaro: todo pecado e blasfêmia serão perdoados aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada. 32Se alguém proferir
12.32
Mc 3.29
Lc 12.10
alguma palavra contra o Filho do Homem, ser-lhe-á isso perdoado; mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será isso perdoado, nem neste mundo nem no porvir.

Árvores e seus frutos

Lc 6.43-45

33Ou fazei a árvore

12.33
Mt 7.17-20
boa e o seu fruto bom ou a árvore má e o seu fruto mau; porque pelo fruto se conhece a árvore. 34Raça de víboras,
12.34
Mt 15.18
como podeis falar coisas boas, sendo maus? Porque a boca fala do que está cheio o coração. 35O homem bom tira do tesouro bom coisas boas; mas o homem mau do mau tesouro tira coisas más. 36Digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no Dia do Juízo; 37porque, pelas tuas palavras, serás justificado e, pelas tuas palavras, serás condenado.

O sinal de Jonas

Lc 11.29-32

38Então, alguns escribas e fariseus replicaram: Mestre, queremos ver de tua parte algum sinal. 39Ele, porém, respondeu: Uma geração má e adúltera pede um sinal; mas nenhum sinal lhe será dado, senão o do profeta Jonas. 40Porque assim como esteve Jonas

12.40
Jn 1.17
três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim o Filho do Homem estará três dias e três noites no coração da terra. 41Ninivitas se levantarão, no Juízo, com esta geração e a condenarão; porque se arrependeram com a pregação de Jonas.
12.41
Jn 3.5
E eis aqui está quem é maior do que Jonas. 42A rainha do Sul
12.42
1Rs 10.1-10
2Cr 9.1-12
se levantará, no Juízo, com esta geração e a condenará; porque veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão. E eis aqui está quem é maior do que Salomão.
12.38-42
Mt 16.1-4
Mc 8.11-13
Lc 12.54-56

A estratégia de Satanás

Lc 11.24-26

43Quando o espírito imundo sai do homem, anda por lugares áridos procurando repouso, porém não encontra. 44Por isso, diz: Voltarei para minha casa donde saí. E, tendo voltado, a encontra vazia, varrida e ornamentada. 45Então, vai e leva consigo outros sete espíritos, piores do que ele, e, entrando, habitam ali; e o último estado daquele homem torna-se pior do que o primeiro. Assim também acontecerá a esta geração perversa.

A família de Jesus

Mc 3.31-35; Lc 8.19-21

46Falava ainda Jesus ao povo, e eis que sua mãe e seus irmãos estavam do lado de fora, procurando falar-lhe. 47E alguém lhe disse: Tua mãe e teus irmãos estão lá fora e querem falar-te. 48Porém ele respondeu ao que lhe trouxera o aviso: Quem é minha mãe e quem são meus irmãos? 49E, estendendo a mão para os discípulos, disse: Eis minha mãe e meus irmãos. 50Porque qualquer que fizer a vontade de meu Pai celeste, esse é meu irmão, irmã e mãe.

13

A parábola do semeador

Mc 4.1-9; Lc 8.4-8

131Naquele mesmo dia, saindo Jesus de casa, assentou-se à beira-mar; 2e grandes multidões se reuniram perto dele, de modo que entrou num barco e se assentou; e toda a multidão estava em pé na praia.

13.1-2
Lc 5.1-3
3E de muitas coisas lhes falou por parábolas e dizia: Eis que o semeador saiu a semear. 4E, ao semear, uma parte caiu à beira do caminho, e, vindo as aves, a comeram. 5Outra parte caiu em solo rochoso, onde a terra era pouca, e logo nasceu, visto não ser profunda a terra. 6Saindo, porém, o sol, a queimou; e, porque não tinha raiz, secou-se. 7Outra caiu entre os espinhos, e os espinhos cresceram e a sufocaram. 8Outra, enfim, caiu em boa terra e deu fruto: a cem, a sessenta e a trinta por um. 9Quem tem ouvidos [para ouvir], ouça.

A explicação da parábola

Mc 4.10-20; Lc 8.9-15

10Então, se aproximaram os discípulos e lhe perguntaram: Por que lhes falas por parábolas? 11Ao que respondeu: Porque a vós outros é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas àqueles não lhes é isso concedido. 12Pois ao que tem

13.12
Mt 25.29
Mc 4.25
Lc 8.18
19.26
se lhe dará, e terá em abundância; mas, ao que não tem, até o que tem lhe será tirado. 13Por isso, lhes falo por parábolas; porque, vendo, não veem; e, ouvindo, não ouvem, nem entendem. 14De sorte que neles se cumpre a profecia de Isaías:

Ouvireis com os ouvidos e de nenhum modo entendereis; vereis com os olhos e de nenhum modo percebereis.

15Porque o coração deste povo está endurecido, de mau grado ouviram com os ouvidos e fecharam os olhos; para não suceder que vejam com os olhos, ouçam com os ouvidos, entendam com o coração, se convertam e sejam por mim curados.

13.14-15
Is 6.9-10

16Bem-aventurados, porém, os vossos olhos, porque veem; e os vossos ouvidos, porque ouvem. 17Pois em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes e não viram; e ouvir o que ouvis e não ouviram.
13.16-17
Lc 10.23-24
18Atendei vós, pois, à parábola do semeador. 19A todos os que ouvem a palavra do reino e não a compreendem, vem o maligno e arrebata o que lhes foi semeado no coração. Este é o que foi semeado à beira do caminho. 20O que foi semeado em solo rochoso, esse é o que ouve a palavra e a recebe logo, com alegria; 21mas não tem raiz em si mesmo, sendo, antes, de pouca duração; em lhe chegando a angústia ou a perseguição por causa da palavra, logo se escandaliza. 22O que foi semeado entre os espinhos é o que ouve a palavra, porém os cuidados do mundo e a fascinação das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera. 23Mas o que foi semeado em boa terra é o que ouve a palavra e a compreende; este frutifica e produz a cem, a sessenta e a trinta por um.

A parábola do joio

24Outra parábola lhes propôs, dizendo: O reino dos céus é semelhante a um homem que semeou boa semente no seu campo; 25mas, enquanto os homens dormiam, veio o inimigo dele, semeou o joio no meio do trigo e retirou-se. 26E, quando a erva cresceu e produziu fruto, apareceu também o joio. 27Então, vindo os servos do dono da casa, lhe disseram: Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde vem, pois, o joio? 28Ele, porém, lhes respondeu: Um inimigo fez isso. Mas os servos lhe perguntaram: Queres que vamos e arranquemos o joio? 29Não! Replicou ele, para que, ao separar o joio, não arranqueis também com ele o trigo. 30Deixai-os crescer juntos até à colheita, e, no tempo da colheita, direi aos ceifeiros: ajuntai primeiro o joio, atai-o em feixes para ser queimado; mas o trigo, recolhei-o no meu celeiro.

A parábola do grão de mostarda

Mc 4.30-32; Lc 13.18-19

31Outra parábola lhes propôs, dizendo: O reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda, que um homem tomou e plantou no seu campo; 32o qual é, na verdade, a menor de todas as sementes, e, crescida, é maior do que as hortaliças, e se faz árvore, de modo que as aves do céu vêm aninhar-se nos seus ramos.

A parábola do fermento

Lc 13.20-21

33Disse-lhes outra parábola: O reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e escondeu em três medidas de farinha, até ficar tudo levedado.

Por que Jesus falou por parábolas

Mc 4.33-34

34Todas estas coisas disse Jesus às multidões por parábolas e sem parábolas nada lhes dizia; 35para que se cumprisse o que foi dito por intermédio do profeta:

Abrirei em parábolas a minha boca; publicarei coisas ocultas desde a criação [do mundo].

13.35
Sl 78.2

A explicação da parábola do joio

36Então, despedindo as multidões, foi Jesus para casa. E, chegando-se a ele os seus discípulos, disseram: Explica-nos a parábola do joio do campo. 37E ele respondeu: O que semeia a boa semente é o Filho do Homem; 38o campo é o mundo; a boa semente são os filhos do reino; o joio são os filhos do maligno; 39o inimigo que o semeou é o diabo; a ceifa é a consumação do século, e os ceifeiros são os anjos. 40Pois, assim como o joio é colhido e lançado ao fogo, assim será na consumação do século. 41Mandará o Filho do Homem os seus anjos, que ajuntarão do seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniquidade 42e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes. 43Então, os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos [para ouvir], ouça.

A parábola do tesouro escondido

44O reino dos céus é semelhante a um tesouro oculto no campo, o qual certo homem, tendo-o achado, escondeu. E, transbordante de alegria, vai, vende tudo o que tem e compra aquele campo.

A parábola da pérola

45O reino dos céus é também semelhante a um que negocia e procura boas pérolas; 46e, tendo achado uma pérola de grande valor, vende tudo o que possui e a compra.

A parábola da rede

47O reino dos céus é ainda semelhante a uma rede que, lançada ao mar, recolhe peixes de toda espécie. 48E, quando já está cheia, os pescadores arrastam-na para a praia e, assentados, escolhem os bons para os cestos e os ruins deitam fora. 49Assim será na consumação do século: sairão os anjos, e separarão os maus dentre os justos, 50e os lançarão na fornalha acesa; ali haverá choro e ranger de dentes.

Coisas novas e velhas

51Entendestes todas estas coisas? Responderam-lhe: Sim! 52Então, lhes disse: Por isso, todo escriba versado no reino dos céus é semelhante a um pai de família que tira do seu depósito coisas novas e coisas velhas.

Jesus prega em Nazaré. É rejeitado pelos seus

Mc 6.1-6; Lc 4.16-30

53Tendo Jesus proferido estas parábolas, retirou-se dali. 54E, chegando à sua terra, ensinava-os na sinagoga, de tal sorte que se maravilhavam e diziam: Donde lhe vêm esta sabedoria e estes poderes miraculosos? 55Não é este o filho do carpinteiro? Não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos, Tiago, José, Simão e Judas? 56Não vivem entre nós todas as suas irmãs? Donde lhe vem, pois, tudo isto? 57E escandalizavam-se nele. Jesus, porém, lhes disse: Não há profeta sem honra, senão na sua terra

13.57
Jo 4.44
e na sua casa. 58E não fez ali muitos milagres, por causa da incredulidade deles.

14

A morte de João Batista

Mc 6.14-29; Lc 9.7-9

141Por aquele tempo, ouviu o tetrarca Herodes a fama de Jesus 2e disse aos que o serviam: Este é João Batista; ele ressuscitou dos mortos, e, por isso, nele operam forças miraculosas. 3Porque Herodes, havendo prendido e atado a João, o metera no cárcere, por causa de Herodias, mulher de Filipe, seu irmão; 4pois João lhe dizia: Não te é lícito possuí-la.

14.4
Lv 18.16
20.21
14.3-4
Lc 3.19-20
5E, querendo matá-lo, temia o povo, porque o tinham como profeta. 6Ora, tendo chegado o dia natalício de Herodes, dançou a filha de Herodias diante de todos e agradou a Herodes. 7Pelo que prometeu, com juramento, dar-lhe o que pedisse. 8Então, ela, instigada por sua mãe, disse: Dá-me, aqui, num prato, a cabeça de João Batista. 9Entristeceu-se o rei, mas, por causa do juramento e dos que estavam com ele à mesa, determinou que lha dessem; 10e deu ordens e decapitou a João no cárcere. 11Foi trazida a cabeça num prato e dada à jovem, que a levou a sua mãe. 12Então, vieram os seus discípulos, levaram o corpo e o sepultaram; depois, foram e o anunciaram a Jesus.

A primeira multiplicação de pães e peixes

Mc 6.30-44; Lc 9.10-17; Jo 6.1-13

13Jesus, ouvindo isto, retirou-se dali num barco, para um lugar deserto, à parte; sabendo-o as multidões, vieram das cidades seguindo-o por terra. 14Desembarcando, viu Jesus uma grande multidão, compadeceu-se dela e curou os seus enfermos. 15Ao cair da tarde, vieram os discípulos a Jesus e lhe disseram: O lugar é deserto, e vai adiantada a hora; despede, pois, as multidões para que, indo pelas aldeias, comprem para si o que comer. 16Jesus, porém, lhes disse: Não precisam retirar-se; dai-lhes, vós mesmos, de comer. 17Mas eles responderam: Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes. 18Então, ele disse: Trazei-mos. 19E, tendo mandado que a multidão se assentasse sobre a relva, tomando os cinco pães e os dois peixes, erguendo os olhos ao céu, os abençoou. Depois, tendo partido os pães, deu-os aos discípulos, e estes, às multidões. 20Todos comeram e se fartaram; e dos pedaços que sobejaram recolheram ainda doze cestos cheios. 21E os que comeram foram cerca de cinco mil homens, além de mulheres e crianças.

Jesus anda por sobre o mar

Mc 6.45-52; Jo 6.15-21

22Logo a seguir, compeliu Jesus os discípulos a embarcar e passar adiante dele para o outro lado, enquanto ele despedia as multidões. 23E, despedidas as multidões, subiu ao monte, a fim de orar sozinho. Em caindo a tarde, lá estava ele, só. 24Entretanto, o barco já estava longe, a muitos estádios da terra, açoitado pelas ondas; porque o vento era contrário. 25Na quarta vigília da noite, foi Jesus ter com eles, andando por sobre o mar. 26E os discípulos, ao verem-no andando sobre as águas, ficaram aterrados e exclamaram: É um fantasma! E, tomados de medo, gritaram.

27Mas Jesus imediatamente lhes disse: Tende bom ânimo! Sou eu. Não temais! 28Respondendo-lhe Pedro, disse: Se és tu, Senhor, manda-me ir ter contigo, por sobre as águas. 29E ele disse: Vem! E Pedro, descendo do barco, andou por sobre as águas e foi ter com Jesus. 30Reparando, porém, na força do vento, teve medo; e, começando a submergir, gritou: Salva-me, Senhor! 31E, prontamente, Jesus, estendendo a mão, tomou-o e lhe disse: Homem de pequena fé, por que duvidaste? 32Subindo ambos para o barco, cessou o vento. 33E os que estavam no barco o adoraram, dizendo: Verdadeiramente és Filho de Deus!

Jesus em Genesaré

Mc 6.53-56

34Então, estando já no outro lado, chegaram a terra, em Genesaré. 35Reconhecendo-o os homens daquela terra, mandaram avisar a toda a circunvizinhança e trouxeram-lhe todos os enfermos; 36e lhe rogavam que ao menos pudessem tocar na orla da sua veste. E todos os que tocaram ficaram sãos.