Almeida Revista e Atualizada (1993) (ARA)
25

O Ano de Descanso

Êx 23.10-11

251Disse o Senhor a Moisés, no monte Sinai: 2Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando entrardes na terra, que vos dou, então, a terra guardará um sábado ao Senhor. 3Seis anos semearás o teu campo, e seis anos podarás a tua vinha, e colherás os seus frutos. 4Porém, no sétimo ano, haverá sábado de descanso solene para a terra, um sábado ao Senhor; não semearás o teu campo, nem podarás a tua vinha. 5O que nascer de si mesmo na tua seara não segarás e as uvas da tua vinha não podada não colherás; ano de descanso solene será para a terra. 6Mas os frutos da terra em descanso vos serão por alimento, a ti, e ao teu servo, e à tua serva, e ao teu jornaleiro, e ao estrangeiro que peregrina contigo; 7e ao teu gado, e aos animais que estão na tua terra, todo o seu produto será por mantimento.

O Ano do Jubileu

8Contarás sete semanas de anos, sete vezes sete anos, de maneira que os dias das sete semanas de anos te serão quarenta e nove anos. 9Então, no mês sétimo, aos dez do mês, farás passar a trombeta vibrante; no Dia da Expiação, fareis passar a trombeta por toda a vossa terra. 10Santificareis o ano quinquagésimo e proclamareis liberdade na terra a todos os seus moradores; ano de jubileu vos será, e tornareis, cada um à sua possessão, e cada um à sua família. 11O ano quinquagésimo vos será jubileu; não semeareis, nem segareis o que nele nascer de si mesmo, nem nele colhereis as uvas das vinhas não podadas. 12Porque é jubileu, santo será para vós outros; o produto do campo comereis.

13Neste Ano do Jubileu, tornareis cada um à sua possessão. 14Quando venderes alguma coisa ao teu próximo ou a comprares da mão do teu próximo, não oprimas teu irmão. 15Segundo o número dos anos desde o Jubileu, comprarás de teu próximo; e, segundo o número dos anos das messes, ele venderá a ti. 16Sendo muitos os anos, aumentarás o preço e, sendo poucos, abaixarás o preço; porque ele te vende o número das messes. 17Não oprimais ao vosso próximo; cada um, porém, tema a seu Deus; porque eu sou o Senhor, vosso Deus.

18Observai os meus estatutos, guardai os meus juízos e cumpri-os; assim, habitareis seguros na terra. 19A terra dará o seu fruto, e comereis a fartar e nela habitareis seguros. 20Se disserdes: Que comeremos no ano sétimo, visto que não havemos de semear, nem colher a nossa messe? 21Então, eu vos darei a minha bênção no sexto ano, para que dê fruto por três anos. 22No oitavo ano, semeareis e comereis da colheita anterior até ao ano nono; até que venha a sua messe, comereis da antiga. 23Também a terra não se venderá em perpetuidade, porque a terra é minha; pois vós sois para mim estrangeiros e peregrinos. 24Portanto, em toda a terra da vossa possessão dareis resgate à terra.

25Se teu irmão empobrecer e vender alguma parte das suas possessões, então, virá o seu resgatador, seu parente, e resgatará o que seu irmão vendeu. 26Se alguém não tiver resgatador, porém vier a tornar-se próspero e achar o bastante com que a remir, 27então, contará os anos desde a sua venda, e o que ficar restituirá ao homem a quem vendeu, e tornará à sua possessão. 28Mas, se as suas posses não lhe permitirem reavê-la, então, a que for vendida ficará na mão do comprador até ao Ano do Jubileu; porém, no Ano do Jubileu, sairá do poder deste, e aquele tornará à sua possessão.

29Quando alguém vender uma casa de moradia em cidade murada, poderá resgatá-la dentro de um ano a contar de sua venda; durante um ano, será lícito o seu resgate. 30Se, passando-se-lhe um ano, não for resgatada, então, a casa que estiver na cidade que tem muro ficará em perpetuidade ao que a comprou, pelas suas gerações; não sairá do poder dele no Jubileu. 31Mas as casas das aldeias que não têm muro em roda serão estimadas como os campos da terra; para elas haverá resgate, e sairão do poder do comprador no Jubileu. 32Mas, com respeito às cidades dos levitas, às casas das cidades da sua possessão, terão direito perpétuo de resgate os levitas. 33Se o levita não resgatar a casa que vendeu, então, a casa comprada na cidade da sua possessão sairá do poder do comprador, no Jubileu; porque as casas das cidades dos levitas são a sua possessão no meio dos filhos de Israel. 34Mas o campo no arrabalde das suas cidades não se venderá, porque lhes é possessão perpétua.

Leis a favor dos pobres

Dt 15.7-11

35Se teu irmão empobrecer, e as suas forças decaírem, então, sustentá-lo-ás. Como estrangeiro e peregrino ele viverá contigo. 36Não receberás dele juros nem ganho; teme, porém, ao teu Deus, para que teu irmão viva contigo. 37Não lhe darás teu dinheiro com juros,

25.37
Êx 22.25
Dt 23.19-20
nem lhe darás o teu mantimento por causa de lucro. 38Eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito, para vos dar a terra de Canaã e para ser o vosso Deus.

Leis a favor dos escravos

39Também se teu irmão empobrecer, estando ele contigo, e vender-se a ti, não o farás servir como escravo. 40Como jornaleiro e peregrino estará contigo; até ao Ano do Jubileu te servirá; 41então, sairá de tua casa, ele e seus filhos com ele, e tornará à sua família e à possessão de seus pais. 42Porque são meus servos, que tirei da terra do Egito; não serão vendidos como escravos. 43Não te assenhorearás dele com tirania; teme, porém, ao teu Deus. 44Quanto aos escravos ou escravas que tiverdes, virão das nações ao vosso derredor; delas comprareis escravos e escravas. 45Também os comprareis dos filhos dos forasteiros que peregrinam entre vós, deles e das suas famílias que estiverem convosco, que nasceram na vossa terra; e vos serão por possessão. 46Deixá-los-eis por herança para vossos filhos depois de vós, para os haverem como possessão; perpetuamente os fareis servir, mas sobre vossos irmãos, os filhos de Israel, não vos assenhoreareis com tirania, um sobre os outros.

25.39-46
Êx 21.1-11
Dt 15.12-18

47Quando o estrangeiro ou peregrino que está contigo se tornar rico, e teu irmão junto dele empobrecer e vender-se ao estrangeiro, ou peregrino que está contigo, ou a alguém da família do estrangeiro, 48depois de haver-se vendido, haverá ainda resgate para ele; um de seus irmãos poderá resgatá-lo: 49seu tio ou primo o resgatará; ou um dos seus, parente da sua família, o resgatará; ou, se lograr meios, se resgatará a si mesmo. 50Com aquele que o comprou acertará contas desde o ano em que se vendeu a ele até ao Ano do Jubileu; o preço da sua venda será segundo o número dos anos, conforme se paga a um jornaleiro. 51Se ainda faltarem muitos anos, devolverá proporcionalmente a eles, do dinheiro pelo qual foi comprado, o preço do seu resgate. 52Se restarem poucos anos até ao Ano do Jubileu, então, fará contas com ele e pagará, em proporção aos anos restantes, o preço do seu resgate. 53Como jornaleiro, de ano em ano, estará com ele; não se assenhoreará dele com tirania à tua vista. 54Se desta sorte se não resgatar, sairá no Ano do Jubileu, ele e seus filhos com ele. 55Porque os filhos de Israel me são servos; meus servos são eles, os quais tirei da terra do Egito. Eu sou o Senhor, vosso Deus.

26

Admoestação contra a idolatria

261Não fareis para vós outros ídolos,

26.1
Lv 19.4
nem vos levantareis imagem
26.1
Êx 20.4
Dt 5.8
16.21-22
27.15
de escultura nem coluna, nem poreis pedra com figuras na vossa terra, para vos inclinardes a ela; porque eu sou o Senhor, vosso Deus. 2Guardareis os meus sábados e reverenciareis o meu santuário. Eu sou o Senhor.

Bênçãos decorrentes da obediência

Dt 7.12-24; 28.1-14

3Se andardes nos meus estatutos, guardardes os meus mandamentos e os cumprirdes, 4então, eu vos darei as vossas chuvas a seu tempo; e a terra dará a sua messe, e a árvore do campo, o seu fruto. 5A debulha se estenderá até à vindima, e a vindima, até à sementeira; comereis o vosso pão a fartar e habitareis seguros na vossa terra. 6Estabelecerei paz na terra; deitar-vos-eis, e não haverá quem vos espante; farei cessar os animais nocivos da terra, e pela vossa terra não passará espada. 7Perseguireis os vossos inimigos, e cairão à espada diante de vós. 8Cinco de vós perseguirão a cem, e cem dentre vós perseguirão a dez mil; e os vossos inimigos cairão à espada diante de vós. 9Para vós outros olharei, e vos farei fecundos, e vos multiplicarei, e confirmarei a minha aliança convosco. 10Comereis o velho da colheita anterior e, para dar lugar ao novo, tirareis fora o velho. 11Porei o meu tabernáculo no meio de vós, e a minha alma não vos aborrecerá. 12Andarei entre vós

26.12
2Co 6.16
e serei o vosso Deus, e vós sereis o meu povo. 13Eu sou o Senhor, vosso Deus, que vos tirei da terra do Egito, para que não fôsseis seus escravos; quebrei os timões do vosso jugo e vos fiz andar eretos.

Os castigos da desobediência

Dt 28.15-68

14Mas, se me não ouvirdes e não cumprirdes todos estes mandamentos; 15se rejeitardes os meus estatutos, e a vossa alma se aborrecer dos meus juízos, a ponto de não cumprir todos os meus mandamentos, e violardes a minha aliança, 16então, eu vos farei isto: porei sobre vós terror, a tísica e a febre ardente, que fazem desaparecer o lustre dos olhos e definhar a vida; e semeareis debalde a vossa semente, porque os vossos inimigos a comerão. 17Voltar-me-ei contra vós outros, e sereis feridos diante de vossos inimigos; os que vos aborrecerem assenhorear-se-ão de vós e fugireis, sem ninguém vos perseguir. 18Se ainda assim com isto não me ouvirdes, tornarei a castigar-vos sete vezes mais por causa dos vossos pecados. 19Quebrantarei a soberba da vossa força e vos farei que os céus sejam como ferro e a vossa terra, como bronze. 20Debalde se gastará a vossa força; a vossa terra não dará a sua messe, e as árvores da terra não darão o seu fruto.

21E, se andardes contrariamente para comigo e não me quiserdes ouvir, trarei sobre vós pragas sete vezes mais, segundo os vossos pecados. 22Porque enviarei para o meio de vós as feras do campo, as quais vos desfilharão, e acabarão com o vosso gado, e vos reduzirão a poucos; e os vossos caminhos se tornarão desertos.

23Se ainda com isto não vos corrigirdes para volverdes a mim, porém andardes contrariamente comigo, 24eu também serei contrário a vós outros e eu mesmo vos ferirei sete vezes mais por causa dos vossos pecados. 25Trarei sobre vós a espada vingadora da minha aliança; e, então, quando vos ajuntardes nas vossas cidades, enviarei a peste para o meio de vós, e sereis entregues na mão do inimigo. 26Quando eu vos tirar o sustento do pão, dez mulheres cozerão o vosso pão num só forno e vo-lo entregarão por peso; comereis, porém não vos fartareis.

27Se ainda com isto me não ouvirdes e andardes contrariamente comigo, 28eu também, com furor, serei contrário a vós outros e vos castigarei sete vezes mais por causa dos vossos pecados. 29Comereis a carne de vossos filhos e de vossas filhas. 30Destruirei os vossos altos, e desfarei as vossas imagens do sol, e lançarei o vosso cadáver sobre o cadáver dos vossos deuses; a minha alma se aborrecerá de vós. 31Reduzirei as vossas cidades a deserto, e assolarei os vossos santuários, e não aspirarei o vosso aroma agradável. 32Assolarei a terra, e se espantarão disso os vossos inimigos que nela morarem. 33Espalhar-vos-ei por entre as nações e desembainharei a espada atrás de vós; a vossa terra será assolada, e as vossas cidades serão desertas.

34Então, a terra folgará nos seus sábados, todos os dias da sua assolação, e vós estareis na terra dos vossos inimigos; nesse tempo, a terra descansará e folgará nos seus sábados. 35Todos os dias da assolação descansará, porque não descansou nos vossos sábados, quando habitáveis nela. 36Quanto aos que de vós ficarem, eu lhes meterei no coração tal ansiedade, nas terras dos seus inimigos, que o ruído de uma folha movida os perseguirá; fugirão como quem foge da espada; e cairão sem ninguém os perseguir. 37Cairão uns sobre os outros como diante da espada, sem ninguém os perseguir; não podereis levantar-vos diante dos vossos inimigos. 38Perecereis entre as nações, e a terra dos vossos inimigos vos consumirá. 39Aqueles que dentre vós ficarem serão consumidos pela sua iniquidade nas terras dos vossos inimigos e pela iniquidade de seus pais com eles serão consumidos.

40Mas, se confessarem a sua iniquidade e a iniquidade de seus pais, na infidelidade que cometeram contra mim, como também confessarem que andaram contrariamente para comigo, 41pelo que também fui contrário a eles e os fiz entrar na terra dos seus inimigos; se o seu coração incircunciso se humilhar, e tomarem eles por bem o castigo da sua iniquidade, 42então, me lembrarei da minha aliança com Jacó,

26.42
Gn 28.13-14
e também da minha aliança com Isaque,
26.42
Gn 26.3-4
e também da minha aliança com Abraão,
26.42
Gn 17.7-8
e da terra me lembrarei. 43Mas a terra na sua assolação, deixada por eles, folgará nos seus sábados; e tomarão eles por bem o castigo da sua iniquidade, visto que rejeitaram os meus juízos e a sua alma se aborreceu dos meus estatutos. 44Mesmo assim, estando eles na terra dos seus inimigos, não os rejeitarei, nem me aborrecerei deles, para consumi-los e invalidar a minha aliança com eles, porque eu sou o Senhor, seu Deus. 45Antes, por amor deles, me lembrarei da aliança com os seus antepassados, que tirei da terra do Egito à vista das nações, para lhes ser por Deus. Eu sou o Senhor.

46São estes os estatutos, juízos e leis que deu o Senhor entre si e os filhos de Israel, no monte Sinai, pela mão de Moisés.

27

Votos particulares e a avaliação deles

271Disse mais o Senhor a Moisés: 2Fala aos filhos de Israel e dize-lhes: Quando alguém fizer voto com respeito a pessoas, estas serão do Senhor, segundo a tua avaliação. 3Se o objeto da tua avaliação for homem, da idade de vinte anos até à de sessenta, será a tua avaliação de cinquenta siclos de prata, segundo o siclo do santuário. 4Porém, se for mulher, a tua avaliação será de trinta siclos. 5Se a idade for de cinco anos até vinte, a tua avaliação do homem será de vinte siclos, e a da mulher, de dez siclos. 6Se a idade for de um mês até cinco anos, a tua avaliação do homem será de cinco siclos de prata, e a tua avaliação pela mulher será de três siclos de prata. 7De sessenta anos para cima, se for homem, a tua avaliação será de quinze siclos; se mulher, dez siclos. 8Mas, se for mais pobre do que a tua avaliação, então, apresentar-se-á diante do sacerdote, para que este o avalie; segundo o que permitem as posses do que fez o voto, o avaliará o sacerdote.

9Se for animal dos que se oferecem ao Senhor, tudo quanto dele se der ao Senhor será santo. 10Não o mudará, nem o trocará bom por mau ou mau por bom; porém, se dalgum modo se trocar animal por animal, um e outro serão santos. 11Se for animal imundo dos que se não oferecem ao Senhor, então, apresentará o animal diante do sacerdote. 12O sacerdote o avaliará, seja bom ou mau; segundo a avaliação do sacerdote, assim será. 13Porém, se dalgum modo o resgatar, então, acrescentará a quinta parte à tua avaliação.

14Quando alguém dedicar a sua casa para ser santa ao Senhor, o sacerdote a avaliará, seja boa ou seja má; como o sacerdote a avaliar, assim será. 15Mas, se aquele que a dedicou quiser resgatar a casa, então, acrescentará a quinta parte do dinheiro à tua avaliação, e será sua.

Voto de um campo e o resgate dele

16Se alguém dedicar ao Senhor parte do campo da sua herança, então, a tua avaliação será segundo a semente necessária para o semear: um gômer pleno de cevada será avaliado por cinquenta siclos de prata. 17Se dedicar o seu campo desde o Ano do Jubileu, segundo a tua plena avaliação, ficará. 18Mas, se dedicar o seu campo depois do Ano do Jubileu, então, o sacerdote lhe contará o dinheiro segundo os anos restantes até ao Ano do Jubileu, e isto se abaterá da tua avaliação. 19Se aquele que dedicou o campo dalgum modo o quiser resgatar, então, acrescentará a quinta parte do dinheiro à tua avaliação, e ficará seu. 20Se não quiser resgatar o campo ou se o vender a outro homem, nunca mais se resgatará. 21Porém, havendo o campo saído livre no Ano do Jubileu, será santo ao Senhor, como campo consagrado; a posse dele será do sacerdote.

22Se alguém dedicar ao Senhor o campo que comprou, e não for parte da sua herança, 23então, o sacerdote lhe contará o preço da avaliação até ao Ano do Jubileu; e, no mesmo dia, dará o importe da avaliação como coisa santa ao Senhor. 24No Ano do Jubileu, o campo tornará àquele que o vendeu, àquele de quem era a posse do campo por herança. 25Toda a tua avaliação se fará segundo o siclo do santuário; o siclo será de vinte geras.

26Mas o primogênito de um animal, por já pertencer ao Senhor, ninguém o dedicará; seja boi ou gado miúdo, é do Senhor. 27Mas, se for de um animal imundo, resgatar-se-á, segundo a tua avaliação, e sobre ele acrescentará a quinta parte; se não for resgatado, vender-se-á, segundo a tua avaliação.

Não há resgate para certas coisas consagradas

28No entanto, nada do que alguém dedicar irremissivelmente ao Senhor, de tudo o que tem, seja homem, ou animal, ou campo da sua herança, se poderá vender, nem resgatar; toda coisa assim consagrada

27.28
Nm 18.14
será santíssima ao Senhor. 29Ninguém que dentre os homens for dedicado irremissivelmente ao Senhor se poderá resgatar; será morto.

Sobre as dízimas

30Também todas as dízimas da terra, tanto dos cereais do campo como dos frutos das árvores, são do Senhor; santas são ao Senhor. 31Se alguém, das suas dízimas, quiser resgatar alguma coisa, acrescentará a sua quinta parte sobre ela. 32No tocante às dízimas do gado e do rebanho, de tudo o que passar debaixo do bordão do pastor, o dízimo será santo ao Senhor. 33Não se investigará se é bom ou mau, nem o trocará; mas, se dalgum modo o trocar, um e outro serão santos; não serão resgatados.

27.30-33
Nm 18.21
Dt 14.22-29

34São estes os mandamentos que o Senhor ordenou a Moisés, para os filhos de Israel, no monte Sinai.