Almeida Revista e Atualizada (1993) (ARA)
25

Cântico de louvor pela misericórdia divina

251Ó Senhor, tu és o meu Deus; exaltar-te-ei a ti e louvarei o teu nome, porque tens feito maravilhas e tens executado os teus conselhos antigos, fiéis e verdadeiros. 2Porque da cidade fizeste um montão de pedras e da cidade forte, uma ruína; a fortaleza dos estranhos já não é cidade e jamais será reedificada. 3Pelo que povos fortes te glorificarão, e a cidade das nações opressoras te temerá. 4Porque foste a fortaleza do pobre e a fortaleza do necessitado na sua angústia; refúgio contra a tempestade e sombra contra o calor; porque dos tiranos o bufo é como a tempestade contra o muro, 5como o calor em lugar seco. Tu abaterás o ímpeto dos estranhos; como se abranda o calor pela sombra da espessa nuvem, assim o hino triunfal dos tiranos será aniquilado.

6O Senhor dos Exércitos dará neste monte a todos os povos um banquete de coisas gordurosas, uma festa com vinhos velhos, pratos gordurosos com tutanos e vinhos velhos bem-clarificados. 7Destruirá neste monte a coberta que envolve todos os povos e o véu que está posto sobre todas as nações. 8Tragará a morte para sempre,

25.8
1Co 15.54
e, assim, enxugará o Senhor Deus as lágrimas
25.8
Ap 7.17
21.4
de todos os rostos, e tirará de toda a terra o opróbrio do seu povo, porque o Senhor falou. 9Naquele dia, se dirá: Eis que este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e ele nos salvará; este é o Senhor, a quem aguardávamos; na sua salvação exultaremos e nos alegraremos. 10Porque a mão do Senhor descansará neste monte; mas Moabe será trilhado no seu lugar, como se pisa a palha na água da cova da esterqueira; 11no meio disto estenderá ele as mãos, como as estende o nadador para nadar; mas o Senhor lhe abaterá a altivez, não obstante a perícia das suas mãos; 12e abaixará as altas fortalezas dos seus muros; abatê-las-á e derribá-las-á por terra, até ao pó.
25.10-12
Is 15.1—16.14
Jr 48.1-47
Ez 25.8-11
Am 2.1-3
Sf 2.8-11