Almeida Revista e Atualizada (1993) (ARA)
13

Castigo definitivo

131Quando falava Efraim, havia tremor; foi exaltado em Israel, mas ele se fez culpado no tocante a Baal e morreu. 2Agora, pecam mais e mais, e da sua prata fazem imagens de fundição, ídolos segundo o seu conceito, todos obra de artífices, e dizem: Sacrificai a eles. Homens até beijam bezerros! 3Por isso, serão como nuvem de manhã, como orvalho que cedo passa, como palha que se lança da eira e como fumaça que sai por uma janela. 4Todavia, eu sou o Senhor, teu Deus, desde a terra do Egito; portanto, não conhecerás outro deus além de mim, porque não há salvador, senão eu.

5Eu te conheci no deserto,

13.5
Dt 8.12-16
em terra muito seca. 6Quando tinham pasto, eles se fartaram, e, uma vez fartos, ensoberbeceu-se-lhes o coração; por isso, se esqueceram de mim. 7Sou, pois, para eles como leão; como leopardo, espreito no caminho. 8Como ursa, roubada de seus filhos, eu os atacarei e lhes romperei a envoltura do coração; e, como leão, ali os devorarei, as feras do campo os despedaçarão. 9A tua ruína, ó Israel, vem de ti, e só de mim, o teu socorro. 10Onde está, agora, o teu rei, para que te salve em todas as tuas cidades? E os teus juízes, dos quais disseste: Dá-me rei e príncipes?
13.10
1Sm 8.5-6
11Dei-te um rei na minha ira e to tirei no meu furor.
13.11
1Sm 10.17-24
15.26

12As iniquidades de Efraim estão atadas juntas, o seu pecado está armazenado. 13Dores de parturiente lhe virão; ele é filho insensato, porque é tempo, e não sai à luz, ao abrir-se da madre. 14Eu os remirei do poder do inferno e os resgatarei da morte; onde estão, ó morte,

13.14
1Co 15.55
as tuas pragas? Onde está, ó inferno, a tua destruição? Meus olhos não veem em mim arrependimento algum. 15Ainda que ele viceja entre os irmãos, virá o vento leste, vento do Senhor, subindo do deserto, e secará a sua nascente, e estancará a sua fonte; ele saqueará o tesouro de todas as coisas preciosas. 16Samaria levará sobre si a sua culpa, porque se rebelou contra o seu Deus; cairá à espada, seus filhos serão despedaçados, e as suas mulheres grávidas serão abertas pelo meio.

14

Promessas de perdão

141Volta, ó Israel, para o Senhor, teu Deus, porque, pelos teus pecados, estás caído. 2Tende convosco palavras de arrependimento e convertei-vos ao Senhor; dizei-lhe: Perdoa toda iniquidade, aceita o que é bom e, em vez de novilhos, os sacrifícios dos nossos lábios. 3A Assíria já não nos salvará, não iremos montados em cavalos e não mais diremos à obra das nossas mãos: tu és o nosso Deus; por ti o órfão alcançará misericórdia.

4Curarei a sua infidelidade, eu de mim mesmo os amarei, porque a minha ira se apartou deles. 5Serei para Israel como orvalho, ele florescerá como o lírio e lançará as suas raízes como o cedro do Líbano. 6Estender-se-ão os seus ramos, o seu esplendor será como o da oliveira, e sua fragrância, como a do Líbano. 7Os que se assentam de novo à sua sombra voltarão; serão vivificados como o cereal e florescerão como a vide; a sua fama será como a do vinho do Líbano.

8Ó Efraim, que tenho eu com os ídolos? Eu te ouvirei e cuidarei de ti; sou como o cipreste verde; de mim procede o teu fruto.

Apelo final

9Quem é sábio, que entenda estas coisas; quem é prudente, que as saiba, porque os caminhos do Senhor são retos, e os justos andarão neles, mas os transgressores neles cairão.

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